<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354</id><updated>2011-12-27T00:45:28.935-02:00</updated><title type='text'>Blog do Mirop</title><subtitle type='html'>Eu nunca compreendi coisas grandes; não há, jamais, coisas grandes, nem pequenas. Há outras coisas: aquelas que eu gosto, que me dão prazer, e as que eu faço!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-2965248708340302816</id><published>2011-12-26T12:01:00.006-02:00</published><updated>2011-12-27T00:45:28.943-02:00</updated><title type='text'>Presépio da Família Nogueira: 80 Anos + crônica de Wilson Chaves</title><content type='html'>﻿ &lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gjYYjz0fh3I/Tvh4jMVMI8I/AAAAAAAAAYc/BqgvXDSmPJI/s1600/Pres%25C3%25A9pio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="265" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-gjYYjz0fh3I/Tvh4jMVMI8I/AAAAAAAAAYc/BqgvXDSmPJI/s400/Pres%25C3%25A9pio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Verdana;"&gt;Esse Presépio é montado há 80 anos, pela Família dos Nogueira&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Encontro Marcado&lt;/strong&gt;, &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;por Wilson Chaves:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;﻿&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A interligação entre as Ruas do Pito e Rua da Palha obrigatoriamente passava pela lendária Praça Ribeiro Leite. Os meninos faziam do local um ponto de encontro para organizar as brincadeiras permitidas devido a inclinação do local, inservível, por exemplo, para disputar as lamosas partidas do futebol. Uma Praça antiga cheia de historias e tradições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O local já contou com uma garagem de ônibus fazendo a linha direta entre Santa Branca - São Paulo cumprindo dois horários diariamente. Habitantes famosos moravam nesta região central da cidade. Mário Leite (Mário da Luz) com era popularmente conhecido era o chele do escritório comercial da Light and Power. Um local intrigante para abrigar um escritório, segundo imaginação de menino. O escritório continha muitos avisos e recados grafados em pequenas tabuletas com aconselhamentos para evitar acidentes. Uma sala pequena cujo teto existiam ganchos e arames que sustentavam pelo menos uma dúzia de gaiolas com passarinhos de várias espécies, como uma exposição as pessoas que se dirigiam ao local. Mário da Luz tinha um semblante meio esquisito lembrando o pensador "Carlos Drummond de Andrade". Um velho carimbo de metal batia forte no papel da conta de luz identificando o pagamento do débito. Homem de semblante sisudo mirava a gente com olhar firme sempre mascando um pequeno palito de madeira. Mais acima ficava o casarão sede dos serviços de telefonia de Santa Branca. A Praça era circundada por vários postes de madeira com enormes cruzetas abrigando centenas de fios telefónicos de onde partiam as ligações para os usuários e assinantes. Não raro era verificar a caminhada calma do famoso &lt;strong&gt;Joaquim Nogueira&lt;/strong&gt;, (&lt;u&gt;Joaquim do Telefone&lt;/u&gt;) caminhando com uma vara de madeira apoiada nos ombros, ferramenta utilizada para separar os fios no caso de junção evitando problemas com a rede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Família Nogueira a bem da verdade era o símbolo da comunicação local devido a dedicação do seu Joaquim e as filhas Guilhermina e Branca que trabalhavam como telefonistas na central de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Meu coração de menino guarda carinhosamente as imagens da velha relojoaria do famoso &lt;strong&gt;Joaquim Sudário&lt;/strong&gt;. Com um jeito todo especial de fala mansa e pausada seu Joaquim atendia os fregueses sempre examinando os relógios e dando o diagnóstico para conseguir a recuperação das maravilhosas máquinas de contar as horas. A gente ficava encantada com a infinidade de relógios pendurados na parede e no balcão todos trabalhando transparecia o som de uma maravilhosa e afinada orquestra sinfónica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Praça Ribeiro Leite com tantos personagens relata historias maravilhosas no contexto saudoso da Cidade Presépio. Quando o mês de maio chegava, o local abrigava as primeiras procissões de Nossa Senhora. Já no mês de junho vinham as fogueiras e o show de fogos de artificio promovidos pelo casal Benedito Martins (Cabo Martins) e Dona Josela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas das tradições entre tantas outras desta comunidade feliz. Certa vez... Num distante verão a noite se apresentava tão sublime com o brilhar de estrelas transparecendo por entre as iluminações das pequenas lâmpadas incandescentes nas vias públicas da cidade. Era uma noite de paz com as famílias reunidas nos lares para cumprir o rito de orações e agradecimentos antes do procedimento da Ceia de Natal. Enquanto brincávamos ali no solo desnudo do local mais abaixo surge um grupo de pessoas animadas cantarolando hinos natalinos seguindo uma carruagem com a maravilhosa presença do Papai Noel. A emoção tomou conta do coração menino, finalmente o contato com o maior entre lodos os amigos, fez com que corressemos em direção a carruagem transportando o Papai Noel que em pé fazia soar uma pequena sineta distribuindo sorrisos a lodos os presentes. O pensamento de menino voltou forte naquele momento, será que pela primeira vez a gente poderia conversar com o maior entre todos os amigos? Infelizmente não foi assim, a carruagem passou por nós os meninos e o nosso amigo sequer nos cumprimentou, subindo a Praça nós fomos seguindo a carruagem que a certa altura parou de frente a uma residência e o Papai Noel desembarcou todo sorridente e feliz com um enorme saco de presente as costas. Lembro ainda dos aplausos e cânticos natalinos quando a porta da residência foi fechada e as cenas em seguida ficaram de exclusividade dos convidados. Cenas que me vem a cabeça após tantos e tantos anos fazendo lembrar um trechinho da musica de Assis Valente; - Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel. ou então felicidade é brinquedo que não tem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nem um sorriso do bom velhinho, assim eu fui dormir, mas sempre existe uma nova manhã, e ao acordar lá estava o meu caminhãozinho de madeira enfeitadinho bem ao lado dos meus sapatos. Era Natal e com felicidade no rosto desculpei o meu amigo Noel. coitado deveria estar muito cansado ontem à noite. Feliz Natal!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: xx-small;"&gt;Cronica publicada no jornal "O Santabranquense", nº 791, Santa Branca, 24/12/2011, página 2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-2965248708340302816?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/2965248708340302816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=2965248708340302816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/2965248708340302816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/2965248708340302816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2011/12/presepio-da-familia-nogueira-80-anos.html' title='Presépio da Família Nogueira: 80 Anos + crônica de Wilson Chaves'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gjYYjz0fh3I/Tvh4jMVMI8I/AAAAAAAAAYc/BqgvXDSmPJI/s72-c/Pres%25C3%25A9pio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-2263701088637229366</id><published>2011-12-24T16:41:00.003-02:00</published><updated>2011-12-24T16:44:08.173-02:00</updated><title type='text'>Natal digital</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/tgtnNc1Zplc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tgtnNc1Zplc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/tgtnNc1Zplc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;As formas de comunicacao evoluem, mas os sentimentos continuam os mesmos. Feliz Natal pessoal!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-2263701088637229366?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/2263701088637229366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=2263701088637229366&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/2263701088637229366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/2263701088637229366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2011/12/natal-digital.html' title='Natal digital'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-5365656749123870216</id><published>2011-09-29T13:10:00.000-03:00</published><updated>2011-09-29T13:10:40.141-03:00</updated><title type='text'>KAIROS - edifício orbital, por Emanuel D. M. Pimenta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IdQ59m3DeJ4/ToSWwt859RI/AAAAAAAAAS0/iE9LRMfHlvw/s1600/Kairos-vr2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-IdQ59m3DeJ4/ToSWwt859RI/AAAAAAAAAS0/iE9LRMfHlvw/s320/Kairos-vr2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Em 10/set/2011, ocorreu na Costa Amalfitana, Itália, na Academia Holotopia – lugar descrito por Homero onde Ulisses encontrou as sereias, na Odisseia – a primeira exposição do projeto arquitetônico de &lt;strong&gt;Emanuel Pimenta&lt;/strong&gt;, arquiteto e urbanista, para um edifício em órbita do planeta Terra: &lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;Kairos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Kairos é um projeto arquitetônico para um edifício espacial, totalmente tensionado, feito com tecido antibalístico flexível, desprogramável, e aberto à sociedade civil de todo o mundo. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Brevemente será lançado o livro "Kairos: Um Pássaro em Órbita do Planeta Terra", na Amazon.com e distribuído em praticamente todos os países. Em novembro também será lançado o filme sobre Kairos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Há todas as informações em &lt;a href="http://www.emanuelpimenta.net/kairos.html"&gt;http://www.emanuelpimenta.net/kairos.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-5365656749123870216?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/5365656749123870216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=5365656749123870216&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5365656749123870216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5365656749123870216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2011/09/kairos-edificio-orbital-por-emanuel-d-m.html' title='KAIROS - edifício orbital, por Emanuel D. M. Pimenta'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IdQ59m3DeJ4/ToSWwt859RI/AAAAAAAAAS0/iE9LRMfHlvw/s72-c/Kairos-vr2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-8469655612382368674</id><published>2009-09-16T22:03:00.001-03:00</published><updated>2009-09-16T22:03:15.152-03:00</updated><title type='text'>-SHIR_LAMAALOT</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/5D3lHZfWplM' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/5D3lHZfWplM'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-8469655612382368674?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/8469655612382368674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=8469655612382368674&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/8469655612382368674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/8469655612382368674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/09/shirlamaalot.html' title='-SHIR_LAMAALOT'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-4649581694629818127</id><published>2009-08-15T16:44:00.001-03:00</published><updated>2009-08-15T16:44:38.749-03:00</updated><title type='text'>O Estatuto do homem - Thiago de Mello</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/zM49HtQBYU4' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/zM49HtQBYU4'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-4649581694629818127?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/4649581694629818127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=4649581694629818127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4649581694629818127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4649581694629818127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/08/o-estatuto-do-homem-thiago-de-mello.html' title='O Estatuto do homem - Thiago de Mello'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-5876996523170322339</id><published>2009-08-15T16:27:00.004-03:00</published><updated>2009-08-15T16:36:36.589-03:00</updated><title type='text'>Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)</title><content type='html'>A Carlos Heitor Cony&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo I &lt;br /&gt;Fica decretado que agora vale a verdade. &lt;br /&gt;agora vale a vida, &lt;br /&gt;e de mãos dadas, &lt;br /&gt;marcharemos todos pela vida verdadeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo II &lt;br /&gt;Fica decretado que todos os dias da semana, &lt;br /&gt;inclusive as terças-feiras mais cinzentas, &lt;br /&gt;têm direito a converter-se em manhãs de domingo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo III &lt;br /&gt;Fica decretado que, a partir deste instante, &lt;br /&gt;haverá girassóis em todas as janelas, &lt;br /&gt;que os girassóis terão direito &lt;br /&gt;a abrir-se dentro da sombra; &lt;br /&gt;e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, &lt;br /&gt;abertas para o verde onde cresce a esperança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo IV &lt;br /&gt;Fica decretado que o homem &lt;br /&gt;não precisará nunca mais &lt;br /&gt;duvidar do homem. &lt;br /&gt;Que o homem confiará no homem &lt;br /&gt;como a palmeira confia no vento, &lt;br /&gt;como o vento confia no ar, &lt;br /&gt;como o ar confia no campo azul do céu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único: &lt;br /&gt;O homem, confiará no homem &lt;br /&gt;como um menino confia em outro menino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo V &lt;br /&gt;Fica decretado que os homens &lt;br /&gt;estão livres do jugo da mentira. &lt;br /&gt;Nunca mais será preciso usar &lt;br /&gt;a couraça do silêncio &lt;br /&gt;nem a armadura de palavras. &lt;br /&gt;O homem se sentará à mesa &lt;br /&gt;com seu olhar limpo &lt;br /&gt;porque a verdade passará a ser servida &lt;br /&gt;antes da sobremesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo VI &lt;br /&gt;Fica estabelecida, durante dez séculos, &lt;br /&gt;a prática sonhada pelo profeta Isaías, &lt;br /&gt;e o lobo e o cordeiro pastarão juntos &lt;br /&gt;e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo VII &lt;br /&gt;Por decreto irrevogável fica estabelecido &lt;br /&gt;o reinado permanente da justiça e da claridade, &lt;br /&gt;e a alegria será uma bandeira generosa &lt;br /&gt;para sempre desfraldada na alma do povo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo VIII &lt;br /&gt;Fica decretado que a maior dor &lt;br /&gt;sempre foi e será sempre &lt;br /&gt;não poder dar-se amor a quem se ama &lt;br /&gt;e saber que é a água &lt;br /&gt;que dá à planta o milagre da flor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo IX &lt;br /&gt;Fica permitido que o pão de cada dia &lt;br /&gt;tenha no homem o sinal de seu suor. &lt;br /&gt;Mas que sobretudo tenha &lt;br /&gt;sempre o quente sabor da ternura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo X &lt;br /&gt;Fica permitido a qualquer pessoa, &lt;br /&gt;qualquer hora da vida, &lt;br /&gt;uso do traje branco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo XI &lt;br /&gt;Fica decretado, por definição, &lt;br /&gt;que o homem é um animal que ama &lt;br /&gt;e que por isso é belo, &lt;br /&gt;muito mais belo que a estrela da manhã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo XII &lt;br /&gt;Decreta-se que nada será obrigado &lt;br /&gt;nem proibido, &lt;br /&gt;tudo será permitido, &lt;br /&gt;inclusive brincar com os rinocerontes &lt;br /&gt;e caminhar pelas tardes &lt;br /&gt;com uma imensa begônia na lapela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único: &lt;br /&gt;Só uma coisa fica proibida: &lt;br /&gt;amar sem amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo XIII &lt;br /&gt;Fica decretado que o dinheiro &lt;br /&gt;não poderá nunca mais comprar &lt;br /&gt;o sol das manhãs vindouras. &lt;br /&gt;Expulso do grande baú do medo, &lt;br /&gt;o dinheiro se transformará em uma espada fraternal &lt;br /&gt;para defender o direito de cantar &lt;br /&gt;e a festa do dia que chegou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Final. &lt;br /&gt;Fica proibido o uso da palavra liberdade, &lt;br /&gt;a qual será suprimida dos dicionários &lt;br /&gt;e do pântano enganoso das bocas. &lt;br /&gt;A partir deste instante &lt;br /&gt;a liberdade será algo vivo e transparente &lt;br /&gt;como um fogo ou um rio, &lt;br /&gt;e a sua morada será sempre &lt;br /&gt;o coração do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thiago de Mello&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Santiago do Chile, abril de 1964 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revista.agulha.nom.br/tmello.html#estat"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-5876996523170322339?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/5876996523170322339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=5876996523170322339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5876996523170322339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5876996523170322339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/08/os-estatutos-do-homem-ato-institucional.html' title='Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-5410580081216623152</id><published>2009-07-31T23:29:00.004-03:00</published><updated>2009-08-03T22:19:30.128-03:00</updated><title type='text'>Resolução nº 1/1971 do TJ de São Paulo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;- &lt;strong&gt;Criação de Serventias Registrais&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após quase 40 anos da criação de mais 2 (dois) Ofícios de Registros de Imóveis na Capital do Estado de São Paulo, pela Resolução de nº 1 do Egrégio Tribunal de Justiça paulista, tomada no dia 29 de dezembro de 1971, pelo avanço do progresso, pela velocidade em que as coisas acontecem, pela urgência da transferência, modificação e criação de direitos, a população paulistana necessita de outros tantos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Alguns Oficiais de Registros não acompanharam tal evolução; para ser claro, parece que pararam no tempo. Qualificar e registrar um único título pode levar 30 (trinta) dias, que é o tempo limite permitido pela Lei de Registros Públicos - outra também já ultrapassada, diga-se de passagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Seguindo a tradição, com a criação de pelo menos mais 2 (dois) Registros de Imóveis, os 19º e 20º (desmembrando-se alguns subdistritos) uma forte barreira será ultrapassada. Não quero aqui dar nome aos bois para não criar pânico, mas já há um forte rumor e trabalho sério, ao que se sabe, no sentido da criação desses novos Serviços Registrais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No mínimo, a classe registradora, com a diminuição da receita de alguns de seus pares, certamente irá despertar para essa nova realidade. As coisas simplesmente acontecem; e acontecem não somente da noite para o dia, mas às vezes em horas. E a segurança jurídica necessita dessa resposta imediata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vide, por exemplo, o BacenJus e a mais moderna penhora online. Este clamor dos escritórios de advogados, imobiliárias, companhias securitizadoras, de créditos, bancos, factorings, particulares p. f. etc., já está ecoando nos corredores do TJ-SP.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então, alguns Registradores devem deixar a advocacia para os advogados, a fé pública para os notários, as decisões para os magistrados e, efetivamente, desempenharem seus verdadeiros papéis de registradores. Evidentemente, sobrará mais tempo para se dedicarem à sua função, qualificando e registrando com seriedade, arrojo, profissionalismo e rapidez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Vejo que hoje, neste século que é a aurora da razão, ainda renascem algumas cabeças de hidra do fanatismo. Parece que seu veneno é menos mortífero e que suas goelas são menos devoradoras. O sangue não correu pela graça versátil como correu há muito tempo pelas indulgências plenárias, vendidas no mercado. Mas o monstro ainda subsiste e todo aquele que buscar a verdade arriscar-se-á a ser perseguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se permanecer ocioso nas trevas? Ou deve-se acender um archote onde a inveja e a calúnia reacenderão suas tochas? No que me tange, acredito que a verdade não deve mais esconder-se diante dos monstros e que não devemos abster-nos do alimento com medo de sermos envenenados." ( 'Início da Razão', in "O filósofo Ignorante", de VOLTAIRE)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-5410580081216623152?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/5410580081216623152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=5410580081216623152&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5410580081216623152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5410580081216623152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/07/resolucao-n-11971-do-tj-de-sao-paulo.html' title='Resolução nº 1/1971 do TJ de São Paulo'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-925675629340396584</id><published>2009-07-18T03:13:00.001-03:00</published><updated>2009-07-18T03:13:30.956-03:00</updated><title type='text'>Vídeo sobre Lavagem de Dinheiro</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/nHW_VM9xc5k' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/nHW_VM9xc5k'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-925675629340396584?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/925675629340396584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=925675629340396584&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/925675629340396584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/925675629340396584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/07/video-sobre-lavagem-de-dinheiro.html' title='Vídeo sobre Lavagem de Dinheiro'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-4584303519630871497</id><published>2009-07-05T16:55:00.007-03:00</published><updated>2009-07-09T11:38:03.253-03:00</updated><title type='text'>Benção dos Anjos (Vede o pé do Ipê)</title><content type='html'>&lt;embed style="WIDTH: 300px; HEIGHT: 45px; TOP: 0px; LEFT: 0px" height="45" type="video/x-ms-wmv" width="300" src="http://www.mundonotarial.org/ype.mp3" controls="playbutton" loop="true" autostart="no"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eUOshGy36Pg/SfaEsWr4sII/AAAAAAAAACo/8-yuYEP54w4/s1600-h/Projeto+Mar+011.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eUOshGy36Pg/SlEIN2z5uGI/AAAAAAAAAE8/iMpuJCahddM/s1600-h/ip%C3%AA+rosa.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355070466064758882" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eUOshGy36Pg/SlEIN2z5uGI/AAAAAAAAAE8/iMpuJCahddM/s200/ip%C3%AA+rosa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Domingo de manhã, um frio intenso marca a forte presença do inverno, ao que parece será mais rigoroso que nos anos anteriores. Pacientemente eu estou aguardando a presença do sol ao que parece timidamente escondido entre a densa neblina dessa manhã domingueira. Saio de casa portando a minha câmera digital e desço na direção da Rua Nestor Samuel de Oliveira, busco o óbvio igual a tantas pessoas, fotografar a beleza exuberante da mais bela e simpática de todas as árvores da “Cidade Presépio”. Ipê Rosa, plantada na divisa do terreno da Escola Barão de Santa Branca, com a Rua Nestor Samuel de Oliveira. A beleza e a exuberância das flores da grande árvore encantam a todos que passam pelo local, a ponto de transformar-se num verdadeiro cartão postal a parceria entre a árvore e a escola que generosamente oferta a terra onde solidificam suas raízes. A bem da verdade é que a famosa Escola Barão sempre foi palco das maravilhas da natureza. Do meu tempo de menino lembro que existia uma ala de cedrinhos que caprichosamente eram moldados na forma de muro divisório entre a ala do recreio e a horta que abastecia a cozinha no preparo da merenda escolar preparada pelas mãos mágicas da Dona Benedita Wenceslau. Nos fundos da escola reinava três palmeiras imperiais ao lado da gigantesca paineira impondo a sua altivez ao desabrochar as flores alvas como a névoa da manhã. As árvores e os cedrinhos constantemente passavam pelas necessárias maquiagens e retoques dos amigos; Sebastião Siqueira Porto e o velho Chico Totó, funcionários da escola na época. Com o progresso e aumento da população escolar houve a necessidade da retirada dos cedrinhos para a construção de mais duas salas de aula anexas. O espaço ficou reduzido e a terra nua sem nenhum arbusto para ornamentar aquele pequeno pedacinho de chão. Foi então que outras mãos generosas fizeram a grande diferença. A ex-aluna da Escola, &lt;strong&gt;Branca Nogueira&lt;/strong&gt; na época exercendo as funções de servente escolar solicitou da Diretora permissão para plantar uma pequenina muda de “&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.arvores.brasil.nom.br/florin/iperosa.htm"&gt;Ipê Rosa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;” no espaço vazio ao lado das salas de aula recém construídas. Permissão concedida tratou logo de plantar a tenra mudinha da árvore. Carinhosamente como um ato religioso, a amiga e protetora da árvore regava generosamente o solo ao redor a fim de mantê-la saudável. O tempo passou, quando se deu conta a árvore debutava a sua primeira florada para alegria de todos! Hoje na altivez da sua maturidade a árvore generosamente expõe toda a sua rica vestimenta num espetáculo digno dos mais exigentes observadores. Ipê Rosa, Amarelo, Roxo ou outra cor que o valha mostra toda a magnitude da natureza em breve momento que lhe é permitido desfilar e mostrar toda beleza de uma verdadeira deusa da passarela. São poucos dias do show que somente as câmeras podem registrar e mostrar a qualquer tempo. Depois da florada vem o tempo do recolhimento na humildade, meses de silencio até a chegada do novo espetáculo. Mas há que se pensar e homenagear além da natureza, as mãos amigas que generosamente plantam e semeiam sem nada cobrar da natureza, além da alegria de olhar um dia o resultado da feliz parceria: Homem e a natureza, convívio pacífico e generosa que começa com pequenos gestos. Obrigado amiga “Branca do Telefone”, permita-me chamá-la pelo carinhoso apelido que você recebeu quanto atuava como telefonista auxiliando seu pai, o mestre “Joaquim do Telefone”, no velho casarão da Praça Ribeiro Leite, atualmente sede da Associação Esportiva Santabranquense. Se existe alguém que possa receber um sorriso e um gesto de agradecimento do famoso “Ipê Rosa” é você, aliás, dizem algumas testemunhas que já notaram quando você passa pelo local uma leve brisa sopra sobre as folhas da árvore rainha curvando-as em sua direção num gesto de reverência à doadora da vida que é você. Prezada amiga Branca, eu fico a pensar se cada santabranquense plantasse uma árvore no quintal a nossa cidade realmente dentro de alguns anos faria jus ao título de “Cidade Presépio”, teríamos a qualquer tempo árvores florindo aqui e ali. Afinal a natureza é generosa e sábia ao retribuir com flores e frutos as pessoas que fincam suas raízes no solo fértil da mãe terra. Termino este artigo com um pedido especial as senhoras e senhores vereadores. &lt;a href="http://www.santabranca.sp.gov.br/"&gt;Elaborar um projeto de Lei &lt;/a&gt;visando proteger pelo menos duas árvores símbolos da nossa cidade. “A centenária Mangueira da Santa Casa e o maravilhoso Ipê Rosa da Escola Barão”. Não custará nada aos cofres públicos e fará muito bem a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Com autorização do autor, &lt;strong&gt;Wilson Chaves&lt;/strong&gt;, e originalmente publicado no jornal,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;O Santabranquense, edição de 24 de junho de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-4584303519630871497?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/4584303519630871497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=4584303519630871497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4584303519630871497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4584303519630871497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/07/bencao-dos-anjos.html' title='Benção dos Anjos (Vede o pé do Ipê)'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eUOshGy36Pg/SlEIN2z5uGI/AAAAAAAAAE8/iMpuJCahddM/s72-c/ip%C3%AA+rosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-4696350346191340738</id><published>2009-02-02T13:26:00.004-02:00</published><updated>2009-02-06T00:09:33.060-02:00</updated><title type='text'>ALMA</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sei que eu não vou te convencer&lt;br /&gt;e nem você vai me mudar&lt;br /&gt;mas mesmo assim a gente vive&lt;br /&gt;querendo provar e comprovar&lt;br /&gt;seja como for, que deu certo o nosso amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, bem melhor seria ver&lt;br /&gt;que inda é tempo de parar&lt;br /&gt;e que mais tarde&lt;br /&gt;pode ser muto tarde&lt;br /&gt;pra se recomeçar&lt;br /&gt;que vai ser pior&lt;br /&gt;isso tudo eu sei de cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de andar com você&lt;br /&gt;eu não era feliz&lt;br /&gt;mas eu podia esperar e tentar,&lt;br /&gt;eu podia sonhar&lt;br /&gt;e eu procurei por você&lt;br /&gt;por toda a minha vida&lt;br /&gt;quando encontrei acertei, ou errei&lt;br /&gt;eu só sei que não vou te convencer&lt;br /&gt;e nem você vai me mudar&lt;br /&gt;mas mesmo assim a gente vive&lt;br /&gt;querendo provar e comprovar&lt;br /&gt;seja como for, que deu certo o nosso amor. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(letra de Cacaso na belíssima composição de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.eduardogudin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eduardo Gudin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Comentário: Todo mundo deveria ouvir essa música (lp "Coração Marginal", de 1977 - Continental) e, depois, ver o casamento da letra do Cacaso (na voz de Márcia) no lp "Fogo Calmo das Velas" (de 1981, Continental): nunca vi uma combinação de tal nível; a música e a letra toca fundo, n´Alma.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-4696350346191340738?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/4696350346191340738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=4696350346191340738&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4696350346191340738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4696350346191340738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2009/02/alma.html' title='ALMA'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-14269581240954887</id><published>2008-11-05T12:24:00.006-02:00</published><updated>2008-11-05T13:05:53.262-02:00</updated><title type='text'>Gabriela - amizade etc.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G&lt;/strong&gt; e n e r o s i d a d e&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A &lt;/strong&gt;m i z a d e&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt; e l e z a&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt; e a l e z a&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I &lt;/strong&gt;n t e l i g ê n c i a&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; n c a n t o&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt; i b e r d a d e&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; m o r&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriela, que o Sr. Jesus ilumine sempre o teu caminho.&lt;br /&gt;Que haja luz na tua vida. Em todos os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com carinho,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silviano Floriano Fº&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-14269581240954887?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/14269581240954887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=14269581240954887&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/14269581240954887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/14269581240954887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2008/11/gabriela-amizade-etc.html' title='Gabriela - amizade etc.'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-5003267036488109749</id><published>2008-06-14T17:33:00.001-03:00</published><updated>2008-06-14T17:33:32.453-03:00</updated><title type='text'>O marido da cabeleireira - com Jean Rochefort</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/xSQJT1cqpaU' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/xSQJT1cqpaU'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-5003267036488109749?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/5003267036488109749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=5003267036488109749&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5003267036488109749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5003267036488109749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2008/06/o-marido-da-cabeleireira-com-jean.html' title='O marido da cabeleireira - com Jean Rochefort'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-8286125521842527569</id><published>2008-06-08T17:56:00.002-03:00</published><updated>2008-06-08T18:03:53.020-03:00</updated><title type='text'>O Saci na Copa do Mundo 2014</title><content type='html'>Numa reunião ontem na Biblioteca Monteiro Lobato, nos lembramos de uma coisa: vem aí a Copa do Mundo (2014 tá longe, mas é bom começar logo) e com certeza os marketeiros e lobbistas vão querer inventar uma mascote besta que nem o tal de Cauê (aquele sol esquisito) dos Jogos Panamericanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal começarmos já uma campanha para que a mascote seja o Saci?&lt;br /&gt;Veja as vantagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, não seria preciso pagar direitos autorais a ninguém. No máximo, o que poderia ser feito é um concurso para cartunistas etc, para escolher o melhor desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que o Saci?&lt;br /&gt;- Ele é a síntese da formação do povo brasileiro:&lt;br /&gt;É o mito brasileiro mais popular, o único conhecido no Brasil inteiro (Boitatá, Curupira e mesmo a Iara requerem explicações quando a gente fala deles, em alguns lugares. O Saci não).&lt;br /&gt;É o típico brasileiro: mesmo pelado e deficiente físico, é brincalhão e gozador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais:&lt;br /&gt;- no início era um indiozinho protetor da floresta. Tinha duas pernas.&lt;br /&gt;- depois foi adotado pelos negros e virou negro. A perda de uma perna tem várias histórias. Uma delas é que ele foi escravizado, ficou preso pela perna, com grilhões, e cortou a perna presa. Preferiu ser um perneta livre do que escravo com duas pernas. É um libertário, então.&lt;br /&gt;- dos brancos, ganhou o gorrinho vermelho, presente em vários mitos europeus. O gorrinho vermelho era também usado pelos republicanos, durante a Revolução Francesa. Na Roma antiga, os escravos que se libertavam ganhavam um gorrinho vermelho chamado píleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só ná tem orientais nessa história porque eles chegaram mais tarde, já no século XX. Mas dizem&lt;br /&gt;que já foi visto um Saci de olhinhos puxados, no bairro da Liberdade, o Sashimi.&lt;br /&gt;Você pode entrar no sítio da &lt;a href="http://www.sosaci.org/"&gt;Sosaci&lt;/a&gt; que tem um monte de histórias de gente que viu o Saci, inclusive esse Sashimi (é a quarta ou quinta história).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, olha aí uma proposta, pedido, convocação ou sei lá o quê: entre nessa também.&lt;br /&gt;Se você topar, vai ser uma baita força. Ajude a divulgar esta idéia e, se tiver condições, escreva, fale com quem tem espaço na mídia para que declarem sua adesão nos jornais, revistas, rádio, TV, blogues etc.&lt;br /&gt;Já pensou o Saci em camisetas no mundo inteiro? Ele provocaria muito interesse dos outros povos para a cultura popular brasileira. Coisa que esses símbolos bestas (como o dos Jogos Panamericanos) não fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abração.&lt;br /&gt;Mouzar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-8286125521842527569?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/8286125521842527569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=8286125521842527569&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/8286125521842527569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/8286125521842527569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2008/06/o-saci-na-copa-do-mundo-2014.html' title='O Saci na Copa do Mundo 2014'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-4134135624691422426</id><published>2008-01-09T10:40:00.001-02:00</published><updated>2008-01-09T10:40:55.292-02:00</updated><title type='text'>Gabriela, meu amor</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/yXYdjqS4bj4' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/yXYdjqS4bj4'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gabi, Pedro e Júlia,&lt;br /&gt;Saibam que o papai ama muito vocês.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-4134135624691422426?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/4134135624691422426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=4134135624691422426&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4134135624691422426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4134135624691422426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2008/01/gabriela-meu-amor.html' title='Gabriela, meu amor'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-5240238752091705415</id><published>2007-10-04T02:22:00.001-03:00</published><updated>2007-10-04T03:08:17.125-03:00</updated><title type='text'>Contrato Digital: morte dos cartórios?</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/B9aDgM8IdOI" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/B9aDgM8IdOI" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-5240238752091705415?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/5240238752091705415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=5240238752091705415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5240238752091705415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/5240238752091705415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2007/10/contrato-digital.html' title='Contrato Digital: morte dos cartórios?'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-284481441383515430</id><published>2007-02-27T22:41:00.000-03:00</published><updated>2007-02-27T22:44:06.375-03:00</updated><title type='text'>Lei 11.441/2007 - Partilha Desequilibrada - Evicção</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Caros amigos,&lt;br /&gt;Saudações!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Realmente, que me perdoe o menos estudioso: há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia; entretanto, o bom senso muitas vezes prevalece. Explico:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas vésperas de ser editada a lei de arrolamentos e divórcios extrajudiciais, numa roda de juristas de botequim, discutíamos sobre evicção de direito quando da partilha de bens, seja em decorrência de inventário ou da separação/divórcio. Tinha para mim que as partes deveriam ser advertidas da possibilidade de ser privada (tirada) daquele quantum que lhe tocou; o espanto era geral e a maioria acreditava que não caberia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ontem, manuseando um velho Silvio Venosa (edição de 1991) verifiquei que minha tese tinha fundamento: não estava sozinho. Nesse ponto sei que alguns poderão estar rindo ( o Miro acredita ter descoberto o ovo de Colombo…), mas, francamente, nesses últimos 25 anos de cartório não vi nenhum processo judicial, nenhumzinho, que garantisse ao herdeiro/ separando/ divorciando o direito de re-partilha no caso da evicção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quem tiver qualquer autor em casa poderá verificar, nos capítulos finais do curso sobre Direito das Sucessões, os comentários do Artigo 2.024 do novel Código Civil (antigo Artigo 1.802). Corri comprar um mais atualizado para conferir as “novidades” pós CC1916.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em sua sexta edição (Atlas, 2006, v. 7), o douto Professor Silvio de Salvo Venosa diz que “feita a partilha, supõe-se que a igualdade tenha sido atingida. Por essa razão é que os artigos seguintes tratam da perda de algum bem hereditário por força da evicção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Se a perda do bem, por ato judicial, deveu-se à causa anterior à morte, ou à partilha, o herdeiro que recebeu esse bem não pode ser prejudicado. Todos devem suportar essa perda, uma vez que o conteúdo dessa atribuição desapareceu antes da abertura da sucessão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E continua: “Daí a disposição (do art. em comento): “os co-herdeiros são reciprocamente obrigados a indenizar-se, no caso de evicção, dos bens aquinhoados”. Divide-se entre todos o prejuízo, já que o herdeiro que perde a coisa, não fosse essa regra, ficaria prejudicado, e a partilha prejudicada”. E segue com muitos detalhes, da indenização, do desconto, da insolvência dos co-herdeiros, do prazo prescricional etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Concorrendo na herança com outros herdeiros, não pode (o herdeiro evicto) ser prejudicado pela má sorte (essa é a palavra-chave por mim utilizada quando da exposição etílica) de ter-lhe sido atribuído exatamente um bem nessas condições (a non domino)”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fica aqui, caros colegas, um tema para reflexão. Sem falsa modéstia, creio que esse assunto correrá a Rosa dos Ventos, ao menos esse é o meu desejo. Nesse interim, como de costume, ao menos aqueles que utilizarem os meus humildes serviços serão advertidos vez que a evicção poderá ser reforçada, diminuída ou excluída, conforme o estabelecido pelos interessados, sempre escudados pelo assistente jurídico (advogado).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cordialmente,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Waldomiro  de  Paula  Junior&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-284481441383515430?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/284481441383515430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=284481441383515430&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/284481441383515430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/284481441383515430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2007/02/lei-114412007-partilha-desequilibrada.html' title='Lei 11.441/2007 - Partilha Desequilibrada - Evicção'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-906053529454672899</id><published>2007-01-18T10:16:00.000-02:00</published><updated>2007-01-18T10:35:20.706-02:00</updated><title type='text'>Pessoas são mais importantes que patentes</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;MEDICAMENTOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Boletim do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.idec.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;IDEC&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; - 15 de Janeiro de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pessoas são mais importantes que patentes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#000000;"&gt;A empresa farmacêutica Novartis está processando o governo indiano. Se a empresa vencer, milhões de pessoas de todo o mundo poderão perder suas fontes de medicamentos a preços acessíveis. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O Idec assinou hoje, 15 de janeiro, uma petição criada pela organização humanitária &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.msf.org/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Médicos sem Fronteiras&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; (MSF), exigindo que a empresa farmacêutica &lt;strong&gt;Novartis&lt;/strong&gt; abandone a ação contra a lei de patentes da Índia - que contém dispositivos para garantir que as pessoas sejam mais importantes que as patentes. O objetivo da Novartis é forçar uma mudança na lei indiana, impedindo restrições à concessão de patentes naquele país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há cinco anos, a Novartis foi uma das 39 empresas que processaram o governo sul-africano para evitar que ele importasse medicamentos para Aids mais baratos. Agora, a empresa tenta fazer o mesmo: impedir que as pessoas tenham acesso aos medicamentos de que necessitam. Como a Índia produz medicamentos essenciais para a vida de milhares de pessoas de países em desenvolvimento, a preços acessíveis, não é interessante para a grande farmacêutica que a situação continue dessa forma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Medicamentos genéricos anti-retrovirais produzidos na Índia, por exemplo, são utilizados para tratar mais de 80% das 80 mil pessoas que recebem, atualmente, tratamento por meio de algum dos projetos de Aids do MSF. Caso a Novartis prossiga com o caso, os medicamentos essenciais terão mais chances de ser patenteados na Índia, restringindo, portanto, a produção de genéricos e mantendo preços altos principalmente para os remédios mais novos, dificultando tratamentos como o da Aids.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para assinar a petição, acesse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.msf.org/petition_india/brazil.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;www.msf.org/petition_india/brazil.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-906053529454672899?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/906053529454672899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=906053529454672899&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/906053529454672899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/906053529454672899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2007/01/pessoas-so-mais-importantes-que.html' title='Pessoas são mais importantes que patentes'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-3170155099448326489</id><published>2007-01-16T00:36:00.000-02:00</published><updated>2007-01-16T00:50:53.216-02:00</updated><title type='text'>Caput Mundi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.mundonotarial.org/capitolio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.mundonotarial.org/capitolio.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Saudade de Roma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;O Templo de Júpiter, na parte sul do monte Capitolino (Campidoglio) era o centro do mundo romano. Um caminho em ziguezague a partir do Fórum levava ao templo, cenário de quase todas as cerimônias sagradas e políticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;A colina e o templo simbolizavam a autoridade de Roma como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;capital do mundo&lt;/span&gt;, e o conceito de cidade "capital" originou-se no Campidoglio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta magnífica praça, criação de Michelangelo, data do século XVI e ao seu redor encontram-se dois edifícios de três que formam os Museus Capitolinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-3170155099448326489?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/3170155099448326489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=3170155099448326489&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/3170155099448326489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/3170155099448326489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2007/01/caput-mundi.html' title='Caput Mundi'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-7725668759106508220</id><published>2007-01-11T21:53:00.000-02:00</published><updated>2007-01-11T21:54:54.512-02:00</updated><title type='text'>Moncra e a Lei nº 11.441/2007</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Parabéns, Ceschin, pela  iniciativa!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sua atitude me faz recordar um sempre bem-vindo  Acórdão da lavra do Des. Luís de Macedo, então Corregedor Geral da Justiça e  Relator na &lt;a title="http://www.mundonotarial.org/subroga.html" href="http://www.mundonotarial.org/subroga.html"&gt;Apelação Cível &lt;/a&gt;apreciada  pelo Colendo Conselho Superior da Magistratura de São Paulo, que  dizia:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;...&lt;strong&gt; Não se vislumbra em tal operação&lt;/strong&gt;, como se  acha proposta no título recepcionado, &lt;strong&gt;a intenção de burlar&lt;/strong&gt; o  regime de bens da comunhão parcial, &lt;strong&gt;mas a de aplicar todas as suas  regras&lt;/strong&gt;, inclusive aquelas excludentes ou  exceptivas...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;A Lei nº 11.441/2007 tem míseros três artigos  explícitos que, em suma, dão o &lt;/em&gt;start&lt;em&gt; para que os notários e as partes  interessadas, assistidas de seus advogados (que no seu ministério privado, &lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt; color: black; font-family: Verdana;"&gt;nos  termos do § 1º do Artigo 2º do estatuto da OAB, prestam serviço público e  exercem função social), &lt;/span&gt;possam levar a cabo as separações, divórcios,  arrolamentos e a partilha de bens, cabendo a cada profissional zelar para o bom  e fiel cumprimento da lei maior, ou seja: para se chegar ao fim almejado há que  ser aplicada, caso a caso, cada regra do Direito, sob pena de a lei se tornar  uma &lt;a title="http://iacominvs.blogspot.com/" href="http://iacominvs.blogspot.com/"&gt;moncra&lt;/a&gt; (leia-se um  monstro).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Parodiando um bom programa televisivo:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- &lt;strong&gt;Ceschin é gente que  faz&lt;/strong&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;        Waldomiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-7725668759106508220?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/7725668759106508220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=7725668759106508220&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/7725668759106508220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/7725668759106508220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2007/01/moncra-e-lei-n-114412007_1724.html' title='Moncra e a Lei nº 11.441/2007'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-4807804242601938149</id><published>2006-12-21T01:10:00.000-02:00</published><updated>2006-12-21T01:18:53.851-02:00</updated><title type='text'>Poema de Natal</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para isso fomos feitos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para lembrar e ser lembrados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para chorar e fazer chorar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para enterrar os nossos mortos —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Por isso temos braços longos para os adeuses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Mãos para colher o que foi dado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Dedos para cavar a terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Assim será nossa vida:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Uma tarde sempre a esquecer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Uma estrela a se apagar na treva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Um caminho entre dois túmulos —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Por isso precisamos velar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Falar baixo, pisar leve, ver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;A noite dormir em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Não há muito o que dizer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Uma canção sobre um berço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Um verso, talvez de amor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Uma prece por quem se vai —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Mas que essa hora não esqueça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;E por ela os nossos corações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Se deixem, graves e simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Pois para isso fomos feitos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para a esperança no milagre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para a participação da poesia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para ver a face da morte —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;De repente nunca mais esperaremos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Hoje a noite é jovem; da morte, apenas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Nascemos, imensamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Vinicius de Moraes&lt;/strong&gt; in: "Antologia Poética", Editora do Autor -&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt; Rio de Janeiro, 1960, pág. 147.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-4807804242601938149?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/4807804242601938149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=4807804242601938149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4807804242601938149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/4807804242601938149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/12/poema-de-natal.html' title='Poema de Natal'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116526361404090583</id><published>2006-12-04T18:15:00.000-02:00</published><updated>2006-12-04T22:14:15.616-02:00</updated><title type='text'>Saci escrivão</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mundonotarial.org/saci.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.mundonotarial.org/saci.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Prezados amigos da SOSASI,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Saudações!&lt;br /&gt;Sou pessoa maior, capaz e em perfeito juízo de minhas faculdades mentais. Sou escrevente notarial e, portanto, exerço uma das profissões mais antigas da humanidade. Antes mesmo da invenção da escrita o homem vem procurando formas de perpetuar os fatos, os atos, o conhecimento etc.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Como não poderia deixar de ser, entre tantos documentos que passaram por minhas mãos em mais de vinte anos de profissão e estão registrados em livros notariais, o encontro que tive com a SOSACI vem possibilitar e divulgar a arte da observância e preservação dos sacis e seus amigos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Quero deixar claro que não sei por qual motivo eles fazem parte do folclore brasileiro, pois são seres vivos, uma realidade entre nós.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Já, conta minha mãe, num pequeno sítio em Santa Branca, situada no Vale do Paraíba (interior de São Paulo), meu bisavô mantinha um sacizeiro (não sei se é o termo apropriado); entretanto, amplo, muito bem arejado, protegido do frio e - mais importante, sem portas. Lá nossos amigos encontravam tudo de que precisavam, a exemplo: frutas, mingau de fubá, café fraquinho e fumo de corda.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Enfim, gostaria de poder participar dessa sociedade que poderá me dar o suporte necessário para, afinal, conseguir provar para os incrédulos que Saci e cia. existem sim. Se eu conseguir convencer meu filho (hoje está com dez meses de vida) já vai ser uma vitória e um belo começo!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Bençãos e Luz!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Waldomiro de Paula Junior&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;XXº Tabelionato de Notas de São Paulo - SP&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000099;"&gt;_______________________________________________ &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Conheçam a Sociedade dos Observadores de Saci em:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sosaci.org/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;http://www.sosaci.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116526361404090583?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116526361404090583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116526361404090583&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116526361404090583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116526361404090583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/12/saci-escrivo.html' title='Saci escrivão'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116505290106208926</id><published>2006-12-02T07:40:00.000-02:00</published><updated>2006-12-02T09:36:28.503-02:00</updated><title type='text'>Aula de Inglês</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mundonotarial.org/elefante.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.mundonotarial.org/elefante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.mundonotarial.org/elefante.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;por Rubem Braga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Is this&lt;strong&gt; an elephant&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha tendência imediata foi responder que não; mas a gente não deve se deixar levar pelo primeiro impulso. Um rápido olhar que lancei à professora bastou para ver que ela falava com seriedade, e tinha o ar de quem propõe um grave problema. Em vista disso, examinei com a maior atenção o objeto que ela me apresentava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha nenhuma tromba visível, de onde uma pessoa leviana poderia concluir às pressas que não se tratava de um elefante. Mas se tirarmos a tromba a um elefante, nem por isso deixa ele de ser um elefante; mesmo que morra em conseqüência da brutal operação, continua a ser um elefante; continua, pois um elefante morto é, em princípio, tão elefante como qualquer outro. Refletindo nisso, lembrei-me de averiguar se aquilo tinha quatro patas, quatro grossas patas, como costumam ter os elefantes. Não tinha. Tampouco consegui descobrir o pequeno rabo que caracteriza o grande animal e que, às vezes, como já notei em um circo, ele costuma abanar com uma graça infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminadas as minhas observações, voltei-me para a professora e disse convincentemente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— No, it's not!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela soltou um pequeno suspiro, satisfeita: a demora de minha resposta a havia deixado apreensiva. Imediatamente perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Is it&lt;strong&gt; a book&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorri da pergunta: tenho vivido uma parte de minha vida no meio de livros, conheço livros, lido com livros, sou capaz de distinguir um livro a primeira vista no meio de quaisquer outros objetos, sejam eles garrafas, tijolos ou cerejas maduras — sejam quais forem. Aquilo não era um livro, e mesmo supondo que houvesse livros encadernados em louça, aquilo não seria um deles: não parecia de modo algum um livro. Minha resposta demorou no máximo dois segundos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— No, it's not!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive o prazer de vê-la novamente satisfeita — mas só por alguns segundos. Aquela mulher era um desses espíritos insaciáveis que estão sempre a se propor questões, e se debruçam com uma curiosidade aflita sobre a natureza das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Is it&lt;strong&gt; a handkerchief&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei muito perturbado com essa pergunta. Para dizer a verdade, não sabia o que poderia ser um handkerchief; talvez fosse hipoteca... Não, hipoteca não. Por que haveria de ser hipoteca? Handkerchief! Era uma palavra sem a menor sombra de dúvida antipática; talvez fosse chefe de serviço ou relógio de pulso ou ainda, e muito provavelmente, enxaqueca. Fosse como fosse, respondi impávido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— No, it's not!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas palavras soaram alto, com certa violência, pois me repugnava admitir que aquilo ou qualquer outra coisa nos meus arredores pudesse ser um handkerchief.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela então voltou a fazer uma pergunta. Desta vez, porém, a pergunta foi precedida de um certo olhar em que havia uma luz de malícia, uma espécie de insinuação, um longínquo toque de desafio. Sua voz era mais lenta que das outras vezes; não sou completamente ignorante em psicologia feminina, e antes dela abrir a boca eu já tinha a certeza de que se tratava de uma palavra decisiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Is it&lt;strong&gt; an ash-tray&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande alegria me inundou a alma. Em primeiro lugar porque eu sei o que é um ash-tray: um ash-tray é um cinzeiro. Em segundo lugar porque, fitando o objeto que ela me apresentava, notei uma extraordinária semelhança entre ele e um ash-tray. Era um objeto de louça de forma oval, com cerca de 13 centímetros de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bordas eram da altura aproximada de um centímetro, e nelas havia reentrâncias curvas — duas ou três — na parte superior. Na depressão central, uma espécie de bacia delimitada por essas bordas, havia um pequeno pedaço de cigarro fumado (uma bagana) e, aqui e ali, cinzas esparsas, além de um palito de fósforos já riscado. Respondi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Yes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sucedeu então foi indescritível. A boa senhora teve o rosto completamente iluminado por onda de alegria; os olhos brilhavam — vitória! vitória! — e um largo sorriso desabrochou rapidamente nos lábios havia pouco franzidos pela meditação triste e inquieta. Ergueu-se um pouco da cadeira e não se pôde impedir de estender o braço e me bater no ombro, ao mesmo tempo que exclamava, muito excitada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Very well! Very well!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um homem de natural tímido, e ainda mais no lidar com mulheres. A efusão com que ela festejava minha vitória me perturbou; tive um susto, senti vergonha e muito orgulho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirei-me imensamente satisfeito daquela primeira aula; andei na rua com passo firme e ao ver, na vitrine de uma loja, alguns belos cachimbos ingleses, tive mesmo a tentação de comprar um. Certamente teria entabulado uma longa conversação com o embaixador britânico, se o encontrasse naquele momento. Eu tiraria o cachimbo da boca e lhe diria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— It's not an ash-tray!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;E ele na certa ficaria muito satisfeito por ver que eu sabia falar inglês, pois deve ser sempre agradável a um embaixador ver que sua língua natal começa a ser versada pelas pessoas de boa-fé do país junto a cujo governo é acreditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Maio, 1945.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;___________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A crônica acima foi extraída do livro:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Um pé de milho", Editora do Autor - RJ, 1964, pág. 33.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116505290106208926?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116505290106208926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116505290106208926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116505290106208926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116505290106208926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/12/aula-de-ingls.html' title='Aula de Inglês'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116488511116436065</id><published>2006-11-30T09:07:00.000-02:00</published><updated>2006-12-09T15:13:40.006-02:00</updated><title type='text'>Anticítera: o primeiro computador do mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/422/3519/1600/63987/antikythera.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/422/3519/200/865737/antikythera.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Cientistas levaram um século para descobrir como funciona um equipamento usado pelos gregos há mais de dois mil anos. A engenhoca está sendo tratada como o primeiro antepassado do computador moderno (a verdadeira &lt;strong&gt;tecnologia 1.0&lt;/strong&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Várias peças de bronze com inscrições misteriosas foram encontradas em 1901 dentro de um navio romano naufragado em Anticítera (Antikythera), na costa da Grécia. Desde então, os cientistas tentavam desvendar seu significado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Eles descobriram que as peças formavam um mecanismo – batizado de &lt;strong&gt;Antikythera&lt;/strong&gt; – que deveria funcionar dentro de uma caixa de madeira. Através de tomografias, os cientistas finalmente revelaram que o aparelho era um computador astronômico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Girando o ponteiro da frente, as engrenagens de bronze se moviam e indicavam, com anos de antecedência, a data precisa de eclipses do sol e da lua. As inscrições também sugerem que era possível conhecer a posição dos planetas no céu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;As sociedades antigas davam muita importância à astronomia, porque ela regia a agricultura e os rituais religiosos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Somente mil anos depois da invenção do mecanismo Antikythera, o homem foi capaz de criar outro aparelho tão complexo quanto este. Só na Idade Média cientistas conseguiram fazer máquinas tão complexas, que eram usadas como relógios de igrejas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;_____________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.globo.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;www.globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt; (29/11/2006)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116488511116436065?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116488511116436065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116488511116436065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116488511116436065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116488511116436065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/11/antikythera-o-primeiro-computador-do.html' title='Anticítera: o primeiro computador do mundo'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116424537173629711</id><published>2006-11-22T23:22:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T01:57:49.393-02:00</updated><title type='text'>E a NASA (quase) chegou lá...</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mundonotarial.org/nasa.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.mundonotarial.org/nasa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Há quanto tempo é conhecida a duração do ciclo lunar? É possível que na Torá - revelada por D'us a Moisés há mais de 3.300 anos - estejam incluídos dados astronômicos exatos, os quais a NASA e outros centros de investigação do mundo só descobriram há poucos anos? E que isto só se deu graças aos novos recursos eletrônicos e tecnológicos que possuem? Para nosso assombro, a resposta é uma só: sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Antes de contar sobre como D'us tirou nosso povo do Egito, a Torá relata que Ele transmitiu a Moisés a primeira mitzvá (preceito) a ser cumprida pelo povo judeu. D'us ordenou que Moisés (e todos os tribunais rabínicos que o sucederiam) fixasse os meses do ano através do cálculo do ciclo lunar, ou seja, do tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O Midrash conta que D'us mostrou a Moisés a Lua nova e disse: "Quando a Lua se renovar, será Rosh Chodesh (começo do mês)". Segundo a Guemará, no tratado de Menachot 29A, Moisés sentiu dificuldade para entender o sistema de fixação do mês, até que D'us indicou o formato de como a Lua deveria estar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;É sabido que, no começo do mês, a Lua é vista da Terra em uma forma parecida com uma foice. Com o passar dos dias, vai crescendo e, na metade do mês, podemos ver a Lua cheia. Depois, começa a diminuir até desaparecer de nossa visão, para depois "nascer" novamente. O dia do nascimento da Lua marca o começo de mês judaico: Rosh Chodesh. O ato de anunciar e fixar o primeiro dia do mês é chamado Kidush Hachodesh (Santificação do Mês).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;A determinação do Rosh Chodesh no calendário judaico tem uma grande importância, pois as festividades são celebradas de acordo com uma data fixada no mês judaico. Cada uma das nossas festas envolve leis específicas: Pessach é celebrado no dia 15 do mês de Nissan. A partir dessa data é proibido consumir chamets (alimentos fermentados) por sete dias; Yom Kipur, no dia 10 de Tishrei, é um dia de jejum e arrependimento. No dia 15 de Tishrei começa Sucot, festa na qual comemos e dormimos em cabanas durante sete dias. Um erro na contagem do Rosh Chodesh significaria deixar de comemorar estes dias e, assim, transgredir um preceito divino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O Talmud nos relata a seguinte história: "Uma vez, no dia 29 do mês, cobriram-se os céus de nuvens e apareceu algo similar à Lua. O povo interpretou que esse era o dia de Rosh Chodesh e disse ao Beit Din (Tribunal Rabínico) que já estava na hora de santificar o mês. Raban Gamliel respondeu, então: 'Aprendi através da tradição oral, com a família de meu pai, que a Lua não se renova em menos de 29 dias e meio (doze horas), dois terços de hora e setenta e três frações'".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Raban Gamliel, que viveu no século I da era comum, alegou ter aprendido através da transmissão oral da Torá que o ciclo da Lua nunca pode durar menos de 29 dias e tantas partes. Mesmo contrariando todo o povo, que dizia estar vendo a Lua, Raban Gamliel sabia que a informação que recebera de seu pai, e seu pai do pai dele, até Moisés, era perfeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Quando Raban Gamliel falou de "frações" não se referia aos minutos, mas sim a frações de uma hora. Nossos Sábios utilizaram, por razões de praticidade, um sistema para medir o tempo no qual cada hora estava dividida em 1.080 frações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Depois de estudar o ciclo da Lua por meio de satélites, telescópios e supercomputadores, o cientista-chefe da NASA (National Aeronautics and Space Administration), Carl Sagan, chegou à seguinte conclusão: o tempo que a Lua leva para se renovar, medido entre um nascimento e o seguinte é de 29,530588 dias. Como podemos ver, existe uma ínfima diferença entre seu cálculo e o cálculo da Torá (0,000002 dias)! A NASA quase chegou lá...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Porém, ficamos mais assombrados quando foi difundido um estudo mais recente realizado na cidade de Berlim, Alemanha, no qual essa diferença entre o cálculo da ciência moderna e o da Torá ficou menor ainda. Esta investigação concluiu que o ciclo da Lua é de 29,530589 dias (Astronomy and Astrophysics, Loudlt Bómstein Group, vol.1 sec. 2.2 4). Desta vez os cientistas erraram por somente 0,000001 dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, que acreditamos sem a menor dúvida que a Torá foi entregue ao nosso povo pelo Criador do Universo, sabemos que entre os detalhes de muitas mitzvót foram revelados grandes segredos da criação do mundo, os quais D'us considerou necessário que soubéssemos para poder cumprir as mitzvot da melhor forma possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo do cálculo do ciclo lunar necessário para fixar as datas das festividades da Torá é apenas um entre muitos. Mas já basta para que uma pessoa inteligente, observadora e desprendida de influências e interesses criados por conhecimentos anteriores chegue à conclusão de que é absolutamente impossível que um ser humano tenha escrito a Torá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raban Gamliel não hesitou nenhum instante em contradizer o povo que veio pedir que fosse declarado o novo mês. Era claro para ele que, segundo nossa tradição, ainda não podia ser declarado o Rosh Chodesh. Atualmente, graças à ciência moderna, sabemos claramente que o que eles viram não foi a Lua nova, mas sim uma imagem provocada pelas sombras das nuvens que cobriram o céu naquela noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cientista norte-americano disse que a ciência anseia por saber o que há do outro lado do monte. Para tanto, empreendem uma longa e cansativa escalada ao topo do monte. Mas quando conseguem chegar lá em cima, encontram um grupo de pessoas que seguem os mandamentos e os ensinamentos da Torá que dizem: "Ufa! Finalmente vocês chegaram!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conclusão, só resta lembrar as palavras da Torá:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"... Porque isto (a Torá) é a vossa sabedoria e o vosso entendimento à vista dos povos, que ouvirão todos estes estatutos e dirão: 'Somente esta grande nação é povo sábio e entendido' " (Deuteronômio 4:6).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dois mil anos depois de Raban Gamliel pronunciar suas palavras, com a sofisticação da tecnologia e da ciência, em uma geração que tem como lema "ver para crer", também pode ser demonstrada claramente a veracidade da Torá.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Artigo do &lt;strong&gt;Rabino Avraham Cohen&lt;/strong&gt;, publicado na:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.morasha.com.br"&gt;Revista Morashá&lt;/a&gt; (nº 44, abril de 2004, página 36) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Cálculo lunar segundo tradição oral (Raban Gamliel)&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Ciclo da lua = 29,5 dias + 2/3 de hora + 73 frações&lt;br /&gt;Uma hora = 1.080 frações de hora 2/3 de hora = 2/3 de 1.080 = 720&lt;br /&gt;Ciclo da Lua = 29,5 dias + 720 frações + 73 frações de hora&lt;br /&gt;Ciclo da Lua = 29,5 dias + 793 frações&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Passando as "frações de hora" para horas, ou seja, dividindo-as por 1.080, temos:&lt;br /&gt;Ciclo da lua = 29,5 dias + 0,734259 horas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;Convertendo as horas em dias, ou seja, dividindo-as por 24:&lt;br /&gt;Ciclo da lua = 29,5 dias + 0,030590 dias&lt;br /&gt;Ciclo da lua segundo Raban Gamliel = 29,53059 dias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116424537173629711?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116424537173629711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116424537173629711&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116424537173629711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116424537173629711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/11/e-nasa-quase-chegou-l.html' title='E a NASA (quase) chegou lá...'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116424327262710910</id><published>2006-11-22T22:42:00.000-02:00</published><updated>2006-12-31T21:05:30.526-02:00</updated><title type='text'>O tempo não para...: a Ressonância Schumann</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro depouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou tem base real?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela &lt;strong&gt;ressonância Schumann&lt;/strong&gt; se procura dar uma explicação.&lt;br /&gt;O físico alemão W. O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100 Km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância(dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora dessa frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um simulador Schumann recuperavam o equilíbrio e a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real nesse transtorno da ressonância Schumann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora esperançadores, como a irrupção da quarta dimensão, pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com o biorritmo da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo reforçar esse tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor, que é uma energia essencialmente harmonizadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso importa termos coragem de ser anticultura dominante, que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116424327262710910?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116424327262710910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116424327262710910&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116424327262710910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116424327262710910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/11/o-tempo-no-para-ressonncia-schumann.html' title='O tempo não para...: a Ressonância Schumann'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116316791974602131</id><published>2006-11-10T12:03:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T12:18:26.976-02:00</updated><title type='text'>OAB de São Paulo divulga na Internet lista de inimigos da Advocacia</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;A OAB de São Paulo decidiu divulgar em seu saite ( &lt;a href="http://www.oabsp.org.br/"&gt;www.oabsp.org.br&lt;/a&gt; ) uma lista com os nomes de 173 pessoas consideradas inimigas da categoria, como juízes, policiais, promotores e jornalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulgação provocou protestos de entidades de classe e de pessoas citadas, que consideram a medida abusiva. A lista inclui nomes de profissionais que, segundo deliberação interna de comissão da OAB-SP, violaram as prerrogativas dos advogados. Essas pessoas teriam impedido o trabalho ou ofendido advogados durante o exercício da profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso foi revelado inicialmente pela revista Consultor Jurídico. Além da exposição, ter o nome na lista pode gerar represália, porque a OAB-SP se dispõe a negar a carteira da entidade para aquele profissional que queira, depois, atuar como advogado. O advogado Mário de Oliveira Filho, presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-SP, afirma que a medida é baseada em lei, segundo a qual as seccionais da OAB podem abrir procedimentos contra profissionais que prejudicam as funções do advogado. Ele disse que isso sempre foi feito, mas a divulgação era mais restrita. Pela sistemática adotada pela OAB-SP, primeiro a Comissão de Direitos e Prerrogativas - após pedir uma defesa escrita por parte do denunciado - vota a moção de repúdio ou desagravo. Esse ato já era lido, antes, em uma sessão da comissão e depois publicado no Diário Oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade é que esse cadastro está mais acessível. Pode ser consultado pelo saite da OAB/SP. Por enquanto, a divulgação da lista pela Internet é um ato isolado da seccional paulista. A assessoria da seccional do Rio confirmou que está elaborando seu cadastro, mas não há previsão de divulgação pelo seu saite. Na lista de inimigos, há 53 juízes, 30 policiais civis, 23 vereadores, 17 promotores, três procuradores da República e dois jornalistas, um deles Elio Gaspari, colunista da Folha de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;CONTRAPONTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Segundo representantes de juízes, promotores e procuradores, a medida é abusiva. O presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Walter Nunes Júnior, afirma que a OAB não poderia criar um foro para julgar outro profissional por ser uma entidade de classe. "É uma ingerência julgar todo e qualquer profissional sob o argumento de que estaria usurpando a prerrogativa da Advocacia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Em nota, o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Pinho, disse que a medida "destoa dos mais elementares princípios legais e constitucionais", pois a OAB não tem poder para julgar outro profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Nicolao Dino de Castro, disse, em nota, que isso implica "indevido cerceio a uma atividade profissional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para o colunista Elio Gaspari, "a publicação me fez perder o respeito pela OAB". Ele afirma que "um grupo de pessoas que acha que você fez uma coisa errada, se reúne e condena". Gaspari disse também que, no processo interno da OAB, não teve o direito de se defender pessoalmente. Ele foi incluído na lista por conta de processo movido por uma procuradora contra ele e a Folha após publicação de texto em que contestava parecer em que ela apontava a necessidade de uma vítima de tortura provar que foi mantida em cativeiro. Ela teve decisão favorável em primeira instância. Gaspari recorreu. O caso tramita no Tribunal de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O jornalista e advogado Ricardo Piccolomini de Azevedo, diretor do jornal "A Comarca" de Mogi Mirim (SP) , classificou a lista com seu nome como uma "atitude corporativista". Ele publicou reportagens que questionavam os honorários que os advogados da Prefeitura de Mogi Mirim recebiam quando defendiam o município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para o procurador da República Sérgio Suiama, seu nome foi incluído por ter chamado advogados da Igreja Universal de "representantes do ódio e da intolerância racial". Ele havia acatado representação de entidades afro-brasileiras que se sentiram ofendidas com declarações de pastores da igreja contra praticantes de religiões como o candomblé. "Eu disse e repito, pois aqueles advogados estavam defendendo esse tipo de postura [preconceituosa]." * O vereador Gilberto Barreto (PSDB) disse que teve seu nome incluído na lista quando tentou impedir que um advogado interferisse nas declarações de uma testemunha em depoimento à CPI que apurou supostas irregularidades no Tribunal de Contas do Município, em 2003. "Sou advogado, inscrito na OAB/SP há quase 30 anos, e nunca fui comunicado dessa decisão. A OAB não pode tomar uma decisão com base em um entendimento que é só da entidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas afirma que "a OAB não pode fiscalizar juízes". Justifica que "magistrados, delegados, servidores e policiais militares estão sujeitos a diversas instâncias de regulação e fiscalização, dentre as quais não se incluiu a Ordem dos Advogados do Brasil". A entidade considerou "infeliz" a iniciativa da seccional paulista da OAB e concluiu que "ela viola inúmeras garantias do cidadão, como respeito à honra pessoal e a da impossibilidade de limite ao direito de trabalhar".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Publicado em: &lt;a href="http://www.jornaldaordem.com.br"&gt;www.jornaldaordem.com.br&lt;/a&gt; em 10 de novembro de 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116316791974602131?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116316791974602131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116316791974602131&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116316791974602131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116316791974602131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/11/oab-de-so-paulo-divulga-na-internet.html' title='OAB de São Paulo divulga na Internet lista de inimigos da Advocacia'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116230504047904268</id><published>2006-10-31T11:25:00.000-03:00</published><updated>2006-10-31T12:06:07.130-03:00</updated><title type='text'>Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/galinha.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/200/galinha.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Cientista britânico afirma que o ovo nasceu antes que a galinha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O professor John Brookfield, especialista em genética da evolução da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, acredita ter resolvido, de uma vez por todas, um dos mais antigos e populares enigmas da humanidade: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;A informação está na edição de 26/05/2006 do jornal inglês The Times. Em resumo, o argumento é de que o material genético não se transforma durante a vida do animal. Portanto, a primeira ave que no decorrer da evolução se tornou o que hoje chamamos de galinha existiu primeiro como embrião no interior de um ovo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Para Brookfield, a situação é clara. Ele explica que "o organismo vivo no interior do ovo tinha o mesmo DNA que o animal no qual ele se transformaria". Assim, ele assegura que "a primeira coisa viva que podemos qualificar sem medo de engano como membro dessa espécie é o primeiro ovo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;David Papineau, especialista em filosofia da ciência do King´s College de Londres, concorda: o primeiro frango saiu de um ovo. "É um erro" - segundo ele - pensar que o primeiro ovo de galinha foi um mutante produzido por pais de outra espécie. "Se dentro do ovo existe um frango, então é um ovo de galinha. Se um canguru pusesse um ovo, e dele saísse um avestruz, o ovo seria de avestruz e não de canguru", afirmou Papineau.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;O jornal britânico refere ainda Charles Bourns, granjeiro e presidente de uma entidade do setor avícola, que quis contribuir para o debate. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;"Os ovos existiam antes de nascer o primeiro pintinho. Claro que talvez não se parecessem com os de hoje", disse ele.&lt;br /&gt;_________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nottingham.ac.uk" target="blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;www.nottingham.ac.uk&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;Jornal Ambiente Vital (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ambientevital.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;http://www.ambientevital.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116230504047904268?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116230504047904268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116230504047904268&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116230504047904268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116230504047904268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/quem-nasceu-primeiro-o-ovo-ou-galinha.html' title='Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116209554677246930</id><published>2006-10-29T01:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T11:21:30.650-03:00</updated><title type='text'>Rui Barbosa e o ladrão de patos: as eleições 2006</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/pato.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/200/pato.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/pato.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Hoje decidiremos o nosso futuro, pelo menos os próximos 4 anos. Mal-e-mal (ou como diria meu avô, malemá) acompanhamos os dois candidatos, cada qual com seu linguajar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após todos os discursos e acontecimentos, em quem acreditar, mais?! Qual é a língua da verdade, da sinceridade, da honestidade? Às vezes me lembro do Rui falando dos seus patos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço e bom voto!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Miro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.&lt;br /&gt;Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E o ladrão, confuso, diz:&lt;br /&gt;- Doutor, eu levo ou deixo os patos?&lt;br /&gt;_______________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Colaboração: Eduardo Oliveira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116209554677246930?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116209554677246930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116209554677246930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116209554677246930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116209554677246930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/rui-barbosa-e-o-ladro-de-patos-as.html' title='Rui Barbosa e o ladrão de patos: as eleições 2006'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116157144879069977</id><published>2006-10-22T23:39:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T15:54:34.000-03:00</updated><title type='text'>A coragem de cobrar caro</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mundonotarial.org/reis-dinheiro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.mundonotarial.org/reis-dinheiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;"Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, doe o adicional ou passe a trabalhar menos e volte para casa mais cedo para curtir sua família"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo. Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso o tranqüilizou. "Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família. Eu, como palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo. "Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro. Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço. Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso. É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do "preço tabelado". Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência. Você estará fazendo "dumping profissional", estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo. Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo. E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia. O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco. Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. "De cavalo dado não se olham os dentes." Se alguma coisa a história nos ensina é que o "tudo grátis" traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa Bolsa Escola foi criado no governo do PSDB como uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar. Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca. Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor. Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos. Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês. Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal. Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões. Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www.filantropia.org ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família. Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais. Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.&lt;br /&gt;_______________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.kanitz.com.br" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;www.kanitz.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;br /&gt;(Revista Veja, 21/10/2006)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116157144879069977?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116157144879069977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116157144879069977&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116157144879069977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116157144879069977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/coragem-de-cobrar-caro.html' title='A coragem de cobrar caro'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116121387942599580</id><published>2006-10-18T20:21:00.000-03:00</published><updated>2006-10-18T20:24:39.440-03:00</updated><title type='text'>Eleições 2006: Será possível que ninguém se toca?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Será possível que ninguém se toca?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Arnaldo Jabor&lt;br /&gt;17/10/2006 02:49&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo um momento histórico delicadíssimo. As conquistas da redemocratização estão ameaçadas pelo projeto petista de poder. A agenda óbvia para melhorar o Brasil é um consenso entre grandes cientistas sociais. Varios prêmios Nobel concordam com nossos pontos essenciais de reforma política e administrativa, que fariam o País decolar. Mas, os despreparados sindicalistas e ex-comunas ignorantes têm um programa que nos levará a um retrocesso político trágico. Em pouco tempo, podemos ter volta da inflação, caos político, ruptura institucional - tudo na contramão das necessidades de modernização do País. Eles prometem medidas que nos jogarão de volta aos anos 50 ou para trás, pelo viés burro de um "socialismo" degradado num populismo estatizante: o lulismo. Enquanto isso, os cidadãos que comeram e estudaram, intelectuais e artistas cultos, os que bebem nos bares e lêem jornal ficam quietos. O Brasil está sendo empurrado para o buraco e ninguém se toca? O que vai acontecer com esse populismo-voluntarista-estatizante é óbvio, previsível, é "bê-a-bá" em ciência política. "Sempre foi assim...", se consolam. Mas, não. "Nunca antes", um partido montou um esquema secreto de "desapropriação" do Estado, para fundar um "outro Estado". O ladrão tradicional roubava em causa própria e se escondia pelos cantos. Os ladrões desse governo roubam de testa erguida, como em uma "ação revolucionária". Fingem de democratas para apodrecer a democracia por dentro. Lula topa tudo para ser reeleito. Ele usa os bons resultados da economia do governo FHC para fingir que governou. Com cínico descaso, ousa dizer que "estabilizou" a economia, quando o PT tudo fez para acabar com o Real, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra tudo que agora apregoa como atos seus. Se reeleito, as chamadas "forças populares" (que ocupam os 30 mil postos no Estado aparelhado) vão permanecer nas "boquinhas", através de providências burocráticas de legitimação. As agências reguladoras serão assassinadas. Os sinais estão claros, com várias delas abandonadas e com notícias de que o PMDB já quer diretorias. O Banco Central perderá qualquer possibilidade de autonomia, como já rosnam os membros do "comitê central" do lulismo. A era Meirelles-Palocci será queimada, velho desejo de Dirceu e camaradas. Qualquer privatização essencial, como a do IRB por exemplo, será esquecida. A reforma da Previdência "não é necessaria" - dizem eles - pois os "neoliberais exageram muito sobre sua crise", não havendo nenhum "rombo" no orçamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal será aos poucos desmoralizada por medidas atenuantes. Os gastos públicos aumentarão pois, como afirmam, "as despesas de custeio não diminuirão para não prejudicar o funcionamento da máquina pública". Nossa maior doença - o Estado canceroso - será ignorada. Voltará a obsessão do "controle" sobre a mídia e a cultura, como aconteceu no início do primeiro tempo. Haverá, claro, a obstinada tentativa de desmanchar os escândalos do chamado "mensalão", desde os dólares na cueca até a morte de Celso Daniel e Toninho do PT, como já insinuam , dizendo que são "meias verdades e mentiras, sobre supostos crimes sem comprovação...". Leis "chatas" serão ignoradas, como Lula já faz com a lei que proíbe reforma agrária em terras invadidas ilegalmente, "esquecendo-a" de propósito. Quanto ao MST, o governo quer mantê-lo unido e fiel, como uma espécie de "guarda pretoriana", a vanguarda revolucionária dos "aiatolás petistas", caso a crise política se agrave. Não duvidem, eles serão os peões de Lula. Outro dia, no debate, quando o Alckmin contestou Lula ao vivo, ouviu-se um "ohhhh!...." escandalizado entre eleitores, como se o Alckmin tivesse cometido um sacrilégio. Alckmin apenas atacou a intocabilidade do operário "puro" e tratou-o como um cidadão como nós, ignorando a aura de "ungido de Deus" de Lula, que os fanáticos intelectuais lhe pespegaram. Reagiram como diante de uma heresia, como se Alckmin tivesse negado a virgindade de Nossa Senhora ao lhe perguntar: "De onde veio o dinheiro?" Agora, sem argumentos diante dos escândalos inegáveis, os lulistas só agem pela fé. Lula sempre se disse "igual" a nós ou ao "povo", mas sempre do alto de uma "superioridade" , como se ele estivesse "fora da política", como se a origem pobre e a ignorância lhe concedessem uma sabedoria maior. Agressão é o silêncio cínico que ele mantém, desmoralizando as instituições pela defesa obstinada da mentira. Mas, os militantes imaginários que se acham "amantes do povo" pensam que Lula não precisa dizer a verdade; basta parecer. Alguns até reconhecem os crimes, mas "mesmo assim", votarão nele. Muitos têm medo de serem chamados de reacionários ou caretas. Há também os "latifundiários intelectuais": acadêmicos e pensadores se agarram em seus feudos e não ousam mudá-lo. Uns são benjaminianos, outros marxistas, outros hegelianos, gurus que justificam seus salários e status acadêmico e, por isso, não podem "esquecer um pouco o que escreveram" para agir. Mudar é trair, para ortodoxos. Ninguém tem peito de admitir a evidência inevitável de que só um "choque de capitalismo" destruiria nossa paralisia estatal, burocrática e patrimonialista, pois o mito da "revolução sagrada" é muito forte entre nós. Se há uma coisa que une esquerda e direita é o ódio à democracia (Bobbio). Os intelectuais dissimulados votarão em Lula de novo e dizem que "sempre foi assim" porque, no duro, eles acham que o lulo-dirceusismo estava certo sim, e que o PT e sua quadrilha fizeram bem em assaltar o Estado para um "fim revolucionário". Vou guardar este artigo como um registro em cartório. Não é uma profecia; é o óbvio, banal, previsível. Um dia, tirá-lo-ei do bolso e sofrerei a torta vingança de declarar: "Agora não adianta chorar sobre o chopinho derramado... Eu não disse?..." &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116121387942599580?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116121387942599580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116121387942599580&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116121387942599580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116121387942599580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/eleies-2006-ser-possvel-que-ningum-se.html' title='Eleições 2006: Será possível que ninguém se toca?'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-116002238012137264</id><published>2006-10-05T01:19:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T01:26:20.136-03:00</updated><title type='text'>Caminho Suave</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/caminho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/400/caminho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A maioria das pessoas alfabetizadas com mais de 30 anos guardam na lembrança um nome quase mágico: &lt;strong&gt;Caminho Suave&lt;/strong&gt;. E todos, mesmo que alguns não se lembrem bem do nome, são gratos a Branca Alves de Lima, a idealizadora da cartilha que vendeu mais de 40 milhões de exemplares desde a sua criação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;A educadora Branca Alves de Lima morreu em 2001, aos 90 anos de idade, deixando uma legião de seguidores que acreditam que a alfabetização com cartilhas é mais simples do que a moda atual do construtivismo, além de funcionar muito bem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Tendo concluído o curso Normal em meados da década de 40, a “professorinha” Branca foi, como era costume, lecionar na zona rural de algumas cidades do Estado de São Paulo, pois esse era o caminho para conseguirem “pontos” necessários para ingressar no magistério público estadual o que, em contrapartida, era também a forma de levar professoras diplomadas para aqueles pontos distantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O método de alfabetização da época era analítico e se baseava na memorização das letras, vogais e depois consoantes, e das sílabas, com as quais os aprendizes formavam palavras, frases e, posteriormente, usavam seus conhecimentos para fazerem “redações”. A jovem professora Branca percebeu a grande dificuldade que aquelas crianças tinham em “decorar” todo aquele conteúdo. Na época, ainda se usavam castigos corporais para os que não aprendesse, e com isso ela também não concordava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de ajudar os alunos a memorizar as letras e respectivas sílabas, fez desenhos simples que continham a inicial de palavras chaves: o “a”, no corpo da abelha, o “e” na tromba do elefante, o “f” no cabo da faca, o “g” no corpo do gato e, assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso foi total. Várias gerações puderam aprender o “c” do cachorro, o “b” da barriga e do bebê e toda a seqüência do alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, em 1947, nasceu a cartilha Caminho Suave, um caminho mais ameno e menos doloroso para ensinar meninos e meninas a ler e escrever. A primeira edição é de 1948, e por mais de 30 anos foi a principal arma de alfabetização do País. Existem exemplares da década de 80, quando sofreu várias modificações, tentando se adaptar ao novo método, e vários exercícios foram incluídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997 Brancas Alves de Lima fechou sua editora, surgida com o sucesso da sua cartilha. Na época, em uma entrevista, a professora disse: “Eles (o governo, o MEC e o Guia do Livro Didático, o Conselho Nacional de Educação, as secretarias de Educação etc.) estão projetando, quase decretando, que os alunos não usem mais cartilhas. Mas só ao final de várias décadas é que vai se chegar à conclusão se o construtivismo dá ou não resultados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1995, a cartilha foi retirada do catálogo do MEC (portanto, não é avaliada), mas mesmo assim cerca de 10 mil exemplares são vendidos por ano. A editora Edipro, atual responsável pela produção da Caminho Suave, conta histórias como a do empresário paulista que comprou 50 cartilhas para presentear os amigos no Natal. A cartilha ainda é vendida para algumas escolas particulares e antigos professores que trabalham com alfabetização de jovens e adultos. Uma distribuidora também envia os livros para o Japão, que são usados por filhos de emigrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos educadores, a vida de Branca Alves de Lima é a síntese de um dos principais males (se não o principal) da Educação brasileira: um enorme desrespeito dos gestores e das políticas públicas educacionais em relação aos professores e professoras, aos estudantes e suas famílias.&lt;br /&gt;E a prova disso foi a dificuldade encontrada para levantar dados sobre a educadora. Nenhuma biografia foi encontrada, mostrando que, por mais relevante que tenha sido a participação de alguém, o novo chega não só para substituir o que é considerado velho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Peschizza&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Da: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tribunaribeirao.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;http://www.tribunaribeirao.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-116002238012137264?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/116002238012137264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=116002238012137264&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116002238012137264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/116002238012137264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/caminho-suave.html' title='Caminho Suave'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-115987718537654419</id><published>2006-10-03T08:57:00.000-03:00</published><updated>2006-10-03T09:06:25.410-03:00</updated><title type='text'>Guilhotina: a máquina de matar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/guilhotina.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/320/guilhotina.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A guilhotina, por absurdo que pareça, derivou do projeto de um médico humanitário, o doutor Guilliotin, que enviou a recomendação da sua fabricação à Assembléia Nacional em 1789. Menos de três anos depois, uma máquina de matar em massa começou a ceifar vidas durante a revolução numa rotina que parecia não ter mais fim.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;A primeira experiência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;"Repleta teu cesto divino com cabeças de tiranos.../Santa Guilhotina, protetora dos patriotas,/Rogai por nós./Santa Guilhotina, calafrio dos aristocratas,/Protegei-nos!"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;(Prece revolucionária, 1792-1794)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;O alarde correu por toda a Paris. Que fossem à Place de Grève para assistir uma execução com uma nova máquina. Os bairros patriotas mobilizaram sua gente para vê-la ser experimentada num ladrão comum, um tal de Pelletier. Era o dia 25 de abril de 1792 quando a multidão começou a aglomerar-se em frente ao patíbulo. Sobre ele, lá em cima, coberto com um pano breado, estava o assustador artefato. Comentou-se que Samsom, o carrasco oficial da cidade, havia se exercitado antes em vários repolhos. A multidão calou-se. Traziam o condenado. A cabeça dele havia sido tosada para que os cabelos do pescoço não criassem embaraços ao cortante fio do cutelo. O verdugo estendeu o desgraçado numa prancha, amarrado, e soltou a alavanca que suspendia a lâmina. O aço, com traçado diagonal, despencou-se sobre a vítima com a rapidez do bote da serpente, um sucesso. No cesto, a cabeça saltou e parou. A multidão exclamou uníssona, fascinada pelo espetáculo e pelo horror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;O Doutor Guillotin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;A máquina funcionava, a guilhotina começava a fazer história. Poucos na vida tiveram a infelicidade do doutor Joseph Ignace Guillotin, que teve a má sorte de ter seu nome associado à morte. Na verdade, era um cientista respeitado e um profissional de sucesso, dedicado à causa da saúde pública, considerado um emérito médico vacinador. Antes da Revolução de 1789, foi clínico do conde de Provence e indicado, graças a sua credibilidade, para participar da comissão que desmascarou a impostura de Mesmer, um aventureiro que encantou os ingênuos da época com suas experiências sobre o magnetismo animal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Eleito representante do Terceiro Estado, tratou de apresentar um projeto que aplicava o princípio de Beccaria da uniformização das sentenças, afirmando que "les délits du même genre seront punis par le même genre de peine, quel que soient le rang de l'etat du coupable", "que os delitos do mesmo gênero serão punidos pelo mesmo gênero de pena, não importando a origem social do culpado". Para democratizar as penas de morte, Guillotin sugeriu a construção de um engenho para tal fim; "a mecânica tomba... a cabeça voa, o sangue jorra, o homem não existe mais." Por isso passou o resto da sua vida, morreu de carbúnculos em 1814, tentando inutilmente desassociar o seu nome do terrível engenho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Veja mais em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/guilhotina.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/guilhotina.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-115987718537654419?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/115987718537654419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=115987718537654419&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115987718537654419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115987718537654419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/guilhotina-mquina-de-matar.html' title='Guilhotina: a máquina de matar'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-115974949364324884</id><published>2006-10-01T21:14:00.000-03:00</published><updated>2006-10-02T00:54:51.446-03:00</updated><title type='text'>O Homem do Riquixá e as Eleições 2006</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/riquixa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/400/riquixa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Se você é sensível para as coisas belas da vida, se comove quando vê um menino na chuva, vendendo balas, se você fica com raiva em saber que, provavelmente, o Lula vai ficar mais algum tempo pelas bandas; se você, pra falar francamente, é um manteiga, como eu: vai se comover com a história de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;um puxador de riquixá&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que se sente responsável pela viúva e órfão de seu mais antigo cliente, que morreu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Nada a ver com as &lt;strong&gt;Eleições 2006&lt;/strong&gt;: Favorito para vencer a disputa até poucos dias atrás, Lula enfrenta Alckmin (PSDB) na segunda etapa, em 29 de outubro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou a perder votos em setembro, quando o escândalo da compra de um dossiê por assessores petistas presos pela Polícia Federal foi explorado à exaustão pelos oposicionistas. Como um refrão repetido a várias vozes, a pergunta “de onde saiu R$ 1,7 milhão para comprar o dossiê?” tomou conta de um embate desprovido de projetos de governo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“Esta campanha foi de um vazio sem precedente”, escreveu o colunista Janio de Freitas (Folha de S. Paulo). Os principais adversários não se confrontaram. Lula se submeteu a duras entrevistas ao vivo em emissoras de TV, mas não foi aos três debates realizados. Desacreditado até por aliados, mas dono de uma persistência notável, Alckmin cresceu na faixa de 5 a 10 salários mínimos e disparou na Região Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Quanto a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Homem do Riquixá&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - Toshiro Mifune tem uma interpretação inesquecível e o filme ganhou o Leão de Ouro, em 1958, no Festival de Veneza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Diretor: Hiroshi Inagaki/ Elenco: Hiroshi Akutagawa, Toshiro Mifune, Ichiro Arishima, Kenji Kasahara, Hideko Takamine.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-115974949364324884?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/115974949364324884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=115974949364324884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115974949364324884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115974949364324884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/10/o-homem-do-riquix-e-as-eleies-2006.html' title='O Homem do Riquixá e as Eleições 2006'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-115957914128434717</id><published>2006-09-29T22:10:00.000-03:00</published><updated>2006-10-01T20:57:27.386-03:00</updated><title type='text'>Mouton 1928: pequeníssima diferença geográfica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/mouton1928.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/200/mouton1928.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Um homem entra com a namorada no restaurante Lucas Carlton, em Paris, e pede um &lt;em&gt;Mouton Rothschild de 1928&lt;/em&gt;. O sommelier volta com uma garrafa de decantação cheia de vinho e coloca um pouco no copo para o cliente provar. Este pega no copo, cheira o vinho e pousa o copo na mesa, comentando agastado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- Isto não é um &lt;em&gt;Mouton de 1928&lt;/em&gt;!?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O sommelier assegura-lhe que é; e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chefe e o gerente do hotel que o tentam convencer que o vinho é mesmo um &lt;em&gt;Mouton de 1928&lt;/em&gt;. Finalmente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe que aquele não é um &lt;em&gt;Mouton de 1928&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- O meu nome é Phillipe de Rotschild e fui eu que fiz esse vinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Consternação geral. Por fim, o sommelier dá um passo em frente e admite que deitou na garrafa de decantação um &lt;em&gt;Clerc Milon de 1928&lt;/em&gt;, acrescentando:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- Eu não consegui suportar a ideia que ia servir a nossa última garrafa de &lt;em&gt;Mouton 1928&lt;/em&gt;. Mas o senhor também é o proprietário dos vinhedos de &lt;em&gt;Clerc Milon &lt;/em&gt;que ficam na mesma aldeia do &lt;em&gt;Mouton&lt;/em&gt;. Faz a vindima na mesma altura, a mesma poda, esmaga as uvas na mesma ocasião, põe o mosto nos mesmos barris, engarrafa-os ao mesmo tempo e até usa ovos das mesmas galinhas para os refinar. Os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Rothschild puxa o sommelier junto a si e murmura-lhe ao ouvido:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- Quando regressar à casa esta noite, peça à sua namorada para se despir completamente. Enfie, com delicadeza, dois dedos nos dois orifícios inferiores e veja a diferença de cheiro que pode existir numa pequeníssima diferença geográfica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Chateau Mouton Rothschild Pauillac, Bordeaux - France.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Au Chateau Mouton Rothschild rien ne change. L'étiquette artistique et prestigieuse qui décore ses bouteilles retrouve ainsi son sens. Le chateau Mouton Rothschild était classé deuxième cru classé en 1855, il est désormais premier cru classé depuis 1973. Sa devise "Premier ne puis, second ne daigne, Mouton suis" est ainsi devenue "Premier je suis, second je fus, Mouton ne change".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Depuis 1933, à Pauillac, en Médoc, la Société Baron Philippe de Rothschild est animée d'une ambition constante : faire les meilleurs vins du monde, chacun dans sa catégorie. Avec ses vins de Châteaux, dont elle a la gestion, comme l'illustre Château Mouton Rothschild, Premier Cru Classé de Pauillac, et ses brillants seconds Château Clerc Milon et Château d'Armailhac. Avec ses vins de marque, dont le célèbre Mouton Cadet.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Baron Philippe de Rothschild S.A. exporte son savoir-faire : en Pays d'Oc avec ses vins de cépage et récemment Domaine de Baron'arques, en Californie avec Opus One et au Chili avec Almaviva. Parmi les clés d'une incontestable réussite : l'Art de l'Assemblage, un art que la Société maîtrise au plus haut degré de virtuosité. La Baronne Philippine de Rothschild, actionnaire majoritaire de Baron Philippe de Rothschild S.A., travaille en étroite collaboration avec la Direction Générale pour maintenir, moderniser et développer l'Entreprise Familiale.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-115957914128434717?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/115957914128434717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=115957914128434717&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115957914128434717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115957914128434717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/09/mouton-1928-pequenssima-diferena.html' title='Mouton 1928: pequeníssima diferença geográfica'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-115480092567541627</id><published>2006-08-05T14:36:00.001-03:00</published><updated>2009-03-24T00:01:16.600-03:00</updated><title type='text'>Os 72 Nomes de D-us (Tecnologia para a Alma)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/72.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/320/72.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;HEI ALEF ALEF -&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Ordem a partir do Caos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Insight &lt;/span&gt;-&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O valor numérico deste Nome é sete, um número altamente significativo na Kabbalah. Segundo os cabalistas, existem dez dimensões que formam a realidade. As mais elevadas destas dez dimensões, chamadas de as Três Superiores, existem fora de nossa realidade física. As Sete Inferiores, contudo, interagem diretamente com nosso mundo físico. Por este motivo, o número sete aparece em muitos lugares: sete cores do espectro, sete notas da escala musical, sete continentes principais, sete dias da semana, sétimo dia para o descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisa podem dar terrivelmente erradas no mundo, e em nossas vidas, quando estas sete dimensões estão desalinhadas!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Meditação&lt;/span&gt; -&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A harmonia está sempre por trás do caos. Com este Nome, equilíbrio e serenidade são estaurados dentro dos sete dias da semana. A ordem emerge a partir do caos. Nossa torrada não cairá mais com o lado da manteiga virado para o chão; na verdade, ela simplesmente não cairá!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;____________________________________________________&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;"Nunca dá tempo de fazer direito, mas dá sempre tempo de fazer de novo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;(Lei de Meskimen).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.72.com/"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;http://www.72.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;by Yehuda Berg&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-115480092567541627?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/115480092567541627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=115480092567541627&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115480092567541627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115480092567541627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/08/os-72-nomes-de-d-us-tecnologia-para.html' title='Os 72 Nomes de D-us (Tecnologia para a Alma)'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32233354.post-115479615131785838</id><published>2006-08-05T13:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-05T13:55:48.620-03:00</updated><title type='text'>O gato e o pássaro</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/1600/rabo.0.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/422/3519/320/rabo.0.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Uma cidade escuta desolada O canto de um pássaro ferido É o único pássaro da cidade E foi o único gato da cidade Que o devorou pela metade.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;E o pássaro pára de cantar O gato pára de ronronar E de lamber o focinho E a cidade prepara para o pássaro Maravilhosos funerais.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;E o gato que foi convidado Segue o caixãozinho de palha Em que deitado está o pássaro morto Levado por uma menina Que não pára de chorar.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Se soubesse que você ia sofrer tanto Lhe diz o gato Teria comido ele todinho.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;E depois teria te dito Que tinha visto ele voar Voar até o fim do mundo...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Lá onde o longe é tão longe Que de lá não se volta mais Que você teria sofrido menos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Sentiria apenas tristeza e saudades.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;***&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Não se deve deixar as coisas pela metade.&lt;br /&gt;____________________________________&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;by Jacques Prévert &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32233354-115479615131785838?l=mirop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mirop.blogspot.com/feeds/115479615131785838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32233354&amp;postID=115479615131785838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115479615131785838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32233354/posts/default/115479615131785838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mirop.blogspot.com/2006/08/o-gato-e-o-pssaro.html' title='O gato e o pássaro'/><author><name>Miro de Paula</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://www.mundonotarial.org/brasao2.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
